Ike aqui trazendo a tristeza ou alegria da criançada com mais um delicioso 5 contra 1, dessa vez sobre o filme Comando Para Matar. Quer ver o tio Arnold mentindo pro Sully? Assiste ae nosso Watever Show de sexta-feira e seja feliz.
Sem mais delongas, porque eu sei que você está com pressa por casa daquela coisa lá (sim eu sei que você tem que fazer aquilo, não duvide), Whatever Blog tem o orgulho de apresentar o 5 contra 1: "Comando Para Matar".
Sobre o Filme
Comando Para Matar é um filme estadunidense de 1985 dirigido por Mark L. Lester e protagonizado pelo ícone do whey prontein, nosso querido governator, Arnold Schwarzewhatevernegeer.
Na história Arnold vive o coronel aposentado John Matrix que tem sua filha raptada e é forçado a cometer um crime político para salvá-la.
5 contra 1
Você tá de brincadeira né Ike, eu sou da – filmes lendados Master Race - , não assisto filme dublado. Calma José, eu entendo sua ejaculação precoce, até porque também aprecio e muito um bom áudio original. Mas acredite em mim quando digo que esse é daqueles filmes que é melhor dublado. De longe.
Quer ver eu te convencer rapidinho? Eddie Murphy. No desenho Shrek, qual você prefere, a voz do burro em inglês ou em português? Ah, mas Ike, desenho é diferente! Beleza, pega Professor Aloprado então, ou qualquer filme dele. É MUITO engraçado dublado, e é uma daquelas dublagens que cria uma personalidade que se atrela ao personagem. Ficou curioso pra ver quem é o dono dessa voz que eu to pagando tanto pau? Tá ai:
Arnold Schwarzenegger. Sim, só isso.
Vai Encarar?
Com o tempo o cinema evoluiu, as pessoas ficaram mais exigentes, o número de histórias cresceu tanto que é difícil achar algo original e novo. Mas Comando Para Matar vem de uma época diferente, quando as pessoas não eram tão exigentes e os grandes astros de ação reinavam supremos.
Às vezes é bom assistir um filme cuja história é linear sem ter que pensar muito. E por que não assistir logo um clássico solidificado? Assista Comando Para Matar.
Você gostaria de umas dicas como chegar numa novinha? No nosso vídeo colocamos uma cena em que o Sully te ensina como ser suave. Da uma olhada nesse exemplo de sedução clicando aqui.
"Sua Vagabunda" - Sully (1953-1985)
A dublagem dela ajuda muito, mas Cindy, interpretada pela atriz Rae Dawn Chong é uma sidequick no mínimo engraçada.
Sem jeito mandou lembranças.
Se você não gosta de ação, passe longe. Não assista pela comédia, não assista pela dublagem, não assista por nada. O filme foi feito para ser do gênero ação e não vão ser pequenas partes que vão fazer valer a pena você uma hora e meia vendo um cara musculoso suado matando tudo e todos pelo seu caminho.
Corre Negada!
Ufa, mais um post completado. Assim que eu gosto. Como sempre se vocês tiverem qualquer dúvida, dica ou sugestão, manda um comentário aqui embaixo ou uma mensagem em qualquer rede social nossa que respondemos sempre, até porque ninguém nunca manda nada ='(... Kkkk. Por hoje é só pessoal!
Kon aqui para trazer pra vocês mais um vídeo. Essa semana teremos um novo WHATEVER Show, dessa vez sobre o filme clássico Comando Para Matar.
A gente escolheu esse filme por vários motivos. Uma é que o personagem principal (John Matrix) aparece no jogo Broforce, jogo este que foi jogado no nosso primeiro MeMe Player e que você pode conferir clicando aqui, caso ainda não tenha visto. Outra é que a dublagem é um show a parte, muito engraçada, de chorar de rir.
Se você está curioso para ver em quais confusões o titio Arnold vai se meter nesse filme que é um grande clássico da década de 80, na eloquente e emocionante voz de Felipe. Não deixe de conferir o nosso vídeo. ;)
Então é isso, assiste aí negada e não esqueçam que quarta que vem tem o 5 contra 1 do filme.
Como já é de costume deixem também aquele LIKE, aquele COMPARTILHAMENTO e SE INSCREVA no canal, antes que o titio Arnold tome todo seu sorvete de baunilha.
Hoje, eu Kon, estou de volta trazendo para vocês o segundo 5 contra 1 aqui no WB. E como é de se imaginar ele é referente ao nosso vídeo de sexta-feira, o também segundo, WHATEVER Show. Ele foi sobre Breaking Bad, uma série fantástica que eu tenho certeza que você já deve ter ouvido falar.
Nunca ouviu? Nada melhor que ouvir então nas palavras seduzentes de nosso narrador Whatever, clique aqui, veja nosso vídeo e ouça, você não vai se arrepender.
Bom, chega de enrolação, vamos logo ao que interessa, nosso post fresquinho e mais um 5 contra 1 para vocês.
Sobre a Série
Breaking Bad é uma série dramática criada e produzida por Vince Gilligan. A série foi exibida originalmente nos Estados Unidos e no Canadá pelo canal de televisão por assinatura AMC de 2008 a 2013, contando com 62 episódios divididos em 5 temporadas.
A história gira em torno de Walter White, um professor de química frustrado, que após ser diagnosticado com câncer de pulmão inoperável, "chuta o balde" e decide produzir e vender metanfetamina com o objetivo de assegurar o futuro financeiro de sua família, um filho adolescente que sofre de paralisia cerebral e uma esposa grávida, no caso da sua morte.
Se você ainda não assistiu Breaking Bad, você pelo menos já deve ter ouvido falar dela, afinal, a série recebeu inúmeros prêmios. Dentre eles estão inclusos dezesseis Primetime Emmy Awards, oito Satellite Awards, dois Globos de Ouro, dois Prêmio Peabody e um People's Choice Awards, fazendo com que ela entrasse, em 2014, para o Livro Guinness dos Recordes como o seriado mais bem avaliado pela crítica até então.
Porém, como na prática a teoria é outra e todo esse papo de crítica e prêmios não leva ninguém a assistir coisa nenhuma, trago então para vocês o nosso 5 contra 1, que está firminho, firminho.
5 contra 1
Na maioria das vezes o cinema tende a ter uma qualidade superior as séries de televisão devido em grande parte pela sua super produção.
Em Breaking Bad isso não acontece. A série, que é toda grava em película de 35mm, possui cortes precisos, sequências totalmente bem trabalhadas e ângulos de câmera minuciosamente bem pensados para que o melhor fosse extraído de cada cena. Dá para perceber todo o esmero com que a série foi produzida, o que abrilhanta ainda mais sua narrativa.
A princípio Breaking Bad pode parecer apenas uma série sobre drogas, mas não é. A série é na verdade sobre personagens, e a relação dos mesmos com a situação impensável que o seriado te coloca.
Todos os personagens da série são muito bem explorados, com uma profundidade ímpar e uma evolução de maneira gradativa no decorrer da mesma que faz com que você consiga entender cada um deles, gostando e odiando eles a cada momento e decisão que tomam.
Seria até injusto que eu citasse apenas um ou outro personagem aqui, afinal, a série traz tantos personagens marcantes que fica difícil escolher um como destaque ou como preferido.
As vezes em séries e filmes nós temos personagens muito bem escritos, porém que acabam sendo mal interpretados, o que caga tudo prejudica e muito a nossa experiência como espectador.
Aqui não, muito pelo contrário, as interpretações são fantásticas e o casting muito bem escolhido, o que dá um realismo, uma vida a mais aos personagens, deixando eles ainda mais memoráveis e engrandecendo a obra como um todo.
Roteiros com falhas e todo cheio de buracos? Not today...
O roteiro de Breaking Bad com certeza também é um ponto alto da série, ele é todo amarradinho e nenhum de seus elementos é gratuito. As vezes algo que é apresentado lá no começo volta e vem amarrar uma ponta solta fechando magistralmente uma cena, um arco ou uma temporada. Além disso, a curva dramática da série e dos episódios é muito bem desenvolvida, fazendo com que você fique sempre querendo assistir mais e mais e mais.
Por último, mas não menos importante, outra coisa muito bem feita que temos em Breaking Bad é a sua trilha sonora, com músicas escolhidas a dedo, que traduzem perfeitamente o clima da cena e se encaixam com o que está acontecendo no momento.
Por mais que, ao meu ver, não se faltem motivos para assistir a série é claro que também consigo enxergar o outro lado.
Breaking Bad é uma série densa, pesada, com uma temática forte e até mesmo depressiva, afinal de contas estamos falando de um professor com câncer terminal que decide fabricar metanfetamina. Eu mesmo fui bastante relutante em começar a assisti-la, devido a sua temática não me atrair de primeira.
Sendo assim, se você gosta de séries mais leves e alto astral e não está afim de se afundar em um mundo de drogas e criminalidade junto ao protagonista, essa, com certeza, NÃO é uma série pra você.
Bom pessoal, encerro por aqui mais um post, o qual eu amei escrever. Espero que vocês gostem, sou realmente uma BITCH de Breaking Bad e gostei muito de poder conversar com vocês sobre essa que é a minha série preferida de todas, e que com certeza marcou a maneira de como se faz séries para sempre.
Está com dúvida entre começar ou não a assistir uma nova série e precisa de uma opinião de merda algum especialista? Diga aí nos comentários, quem sabe não sai um 5 contra 1 ou um WHATEVER Show sobre ela e você chega a uma decisão.
Kon novamente aqui, dessa vez trazendo o segundo episódio do WHATEVER Show para vocês.
Bom, nesse segundo episódio do seu resumo quinzenal de séries, filmes ou desenhos temos Valter Branco e José Homem-rosa se metendo em altas confusões no primeiro episódio de Breaking Bad.
Não foi fácil resumir 1 hora em menos de 10 minutos, mas ficou ó... uma merda foda sensacional.
Se você está curioso de ver essa série apresentada, claro, pela inigualável voz de Felipe, que é um baita narrador, diga-se de passagem. Não deixe de conferir o nosso vídeo:
A cada visualização e curtida desse vídeo serão doados 1 dólar para ajudar Walter White no combate de seu câncer.
Não se esqueçam então de dar LIKE, COMPARTILHAR e SE INSCREVER no canal, foi o Felipe que pediu. ;)
Kon aqui para conversar com vocês sobre Dead Space, o jogo que jogamos no segundo MeMe Player, sexta-feira, dia 14.
Ainda não viu o vídeo? Tá esperando o que? Não vá perder de assistir eu me cagando de medo levando vários sustos. Clique aqui, abra outra aba, veja e depois volte, pois tenho 5 curiosidades whatevers sobre o jogo esperando para serem lidas. ;)
Sobre o Jogo
Dead Space é um jogo eletrônico de tiro em terceira pessoa do gênero survival horror desenvolvido pela Visceral Games para PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii e Microsoft Windows lançado pela EA em outubro de 2008.
Dentro do jogo o jogador toma o papel de um engenheiro chamado Isaac Clarke, que luta contra uma infestação alienígena, parecida com vírus, que transforma humanos em monstros alienígenas chamados "Necromorphs", a bordo de uma nave de mineração espacial chamada USG Ishimura.
Foram lançadas até a presente data duas sequências para o jogo, Dead Space 2 (2011) e Dead Space 3 (2013) e também alguns spin-offs, Dead Space: Extraction (2009), Dead Space: Ignition (2010) e Dead Space (mobile) (2011).
Curiosidades
A mais famosa das mensagens escondidas dentro do jogo surge a partir da letra inicial de cada um dos doze capítulos:
New Arrivals Intensive Care Course Correction Obliteration Imminent Lethal Devotion Environmental Hazard
Into the Void Search and Rescue
Dead on Arrival End of Days Alternate Solutions Dead Space
"NICOLE IS DEAD".
Nicole é uma médica especialista da nave e namorada de Isaac, cujo destino é desconhecido no começo do jogo. Este é um segredo que não chega a estragar a narrativa, uma vez que despista o maior segredo do jogo: a identidade de quem já sabia deste fato desde o princípio. Curiosamente, acontece uma batalha com um Chefe de Fase no final de cada palavra. E, em cada capítulo que forma a palavra "DEAD", morre um NPC.
Nicole e Isaac em um momento romântico durante o jogo.
Há também várias outras mensagens ocultas encontradas escritas em sangue nas paredes durante o jogo. Todas elas estão escritas em "unitologês", uma língua alienígena relacionada a Unitologia. A Unitologia é uma religião baseada na ideologia científica difundida por Michael Altman dentro do game.
A maioria dessas frases está no clima do jogo, mesmo que 99% dos jogadores não as decifrem, tais como: "Unidade é eterna"; "A Morte é apenas o começo"; "O sacrifício é inevitável"; "Não tenha medo e reúna-se com o sagrado: Altman nosso mártir, nosso pioneiro".
Uma declaração um tanto quanto perturbadora peculiar dada pelo produtor executivo de Dead Space, Glen Schofield, em uma entrevista foi a de que o jogo não é tão violento quanto ele gostaria.
Todos que jogaram sabem que o game não é assim um dos mais calminhos, e que o gore está muito presente durante a jogatina. Você concorda com ele?
Vale a pergunta: Será essa que ele estava falando sério ou apenas sendo um pouco polêmico e zuero brincalhão? De qualquer maneira, assa declaração nos deixa bastante apreensivos em ficar sozinhos com ele numa sala algum dia.
Uma grande referência ou homenagem é o nome do protagonista da série, Isaac Clarke, que nada mais é que uma mistura dos nomes de dois famosos escritores de ficção-científica: Isaac Asimov, de “Eu, Robô”, e Arthur C. Clarke, de “2001 – Uma Odisseia no Espaço".
Outro easter egg, já mais sutil, é ao episódio Men in Black, de Os Três Patetas. Após o capítulo 4, quando você passa por um laboratório e derrota um dos monstros que ficam nas paredes, se você se aproximar do interfone vai ouvir: “Calling Dr. Howard, Dr. Fine, Dr. Howard”, que é uma das falas do episódio.
Há também fortes referências ao filme Sunshine (aqui no Brasil, Alerta Solar). A equipe do game já declarou que realmente gostou do tom do filme de Danny Boyle e é possível ver influências dele em diversas cenas do jogo, como quando Isaac entrega o Red Marker para a superfície da Aegis VII.
Além dos jogos, Dead Space também conta com dois filmes de animação, dois livros e três histórias em quadrinhos, que seguem suas próprias histórias dentro do universo criado pelo game.
Os filmes, Dead Space: Downfall e Dead Space: Afftermarth contam, respectivamente, uma história antes do primeiro jogo da franquia e outra entre o primeiro e segundo jogo.
Já os dois livros, Dead Space: Martyr e Dead Space: Catalyst se passam ambos antes do primeiro jogo.
As HQs por sua vez são: Dead Space (comics), Dead Space: Salvage e Dead Space: Liberation, sendo a primeira um prequel do filme animado Dead Space: Downfall.
Outra curiosidade interessante sobre o jogo é a sua música tema, uma versão bastante creppy de "Twinkle Twinkle Little Star" que é usada tanto na comercialização como dentro do jogo.
"Twinkle Twinkle Little Star" é uma popular canção de ninar inglesa. Sua letra vem de um poema do início do século 19, escrito por Jane Taylor e intitulado "The Star".
A canção apareceu pela primeira vez no trailer "Lullaby" de Dead Space. Já dentro do primeiro game, a música pode ser ouvida logo que o jogo é iniciado, caso você fique esperando parado no menu por um tempo, no Capítulo 6, enquanto Isaac usa o elevador e no início do capítulo 10, enquanto Isaac investiga a Crew Quarters Lounge, onde a música vai estar em loop.
A canção também aparece em Dead Space: Downfall, Dead Space: Extraction, Dead Space: Aftermath, Dead Space (móvel), e em Dead Space 2.
Então é isso pessoas, eu fico por aqui... Se você é do tipo medroso para games igual eu ou se você é o bichão mesmo em doido adora esse estilo de jogo e ficou rindo dos meus sustos, não importa. Não se esqueça de acompanhar o WB e de assistir o vídeo se ainda não viu, eu mereço pelos sustos, vai, não é fácil pra mim jogar esse tipo de jogo.
Sabe de mais alguma curiosidade interessante do jogo? Deixe ela aí nos comentários, é de graça!
Ah não! Isso que dá deixar serviço com o estagiário, o maldito lança o vídeo e esquece de postar aqui no blog. Sabia que tava faltando algo.
Sendo assim, eu Kon, em pessoa, tive que vir aqui fazer o serviço dele. Tudo firminho pessoal?
Bom, no nosso segundo MeMe Player temos eu levando um susto atrás do outro jogando Dead Space.
Não foi fácil jogar esse jogo, até porque, eu incorporo muito o personagem e acabo sendo sou um verdadeiro medroso para jogos de terror, seja qual jogo for. É claro que com o Dead Space não foi diferente...
Ficou curioso de me ver (e o Ike tbm) tomando vários sustos? Confere o nosso vídeo que saiu sexta-feira.
Está permitido rir muito das minhas caras e sustos. Fico aguardando sugestões de novos jogos de terror para eu me borrar de medo jogar e divertir vosmecês.
Não se esqueçam de dar LIKE, COMPARTILHAR e SE INSCREVER no canal, afinal, depois de todo o terror que eu passei eu mereço pelo menos isso. ;)
Ike aqui com mais um post sobre o vídeo do canal. Dessa vez sobre o primeiro WHATEVER Show sobre Raising Hope, se você ainda não assistiu corre lá que o Felipe tá te esperando.
E pra fazer aquele WOMBO COMBO com o vídeo vamos mandar aquele 5 contra 1gostoso básico. Isso mesmo, você não leu errado não, aqui agora vai rolar o primeiro 5 contra 1 de Raising Hope: 5 motivos pra assistir a série e 1 possível motivo para NÃO assistir.
Sobre a Série
Raising Hope é uma série de comédia que teve 4 temporadas exibidas entre 2010 e 2014. Exibida no canal FOX, a série acompanha a família Chance na aventura de criar a pequena Hope num ambiente pra lá de louco.
Beleza Ike, mas por que eu deveria assistir essa série? Leia nosso 5 contra 1, ele tá aqui pra te ajudar:
5 contra 1
Thats right folks! Apesar de eu ser muito fã de série como "Friends" (meu top 3, S2), "The Big Bang Theory", "Eu, a Patroa e as Crianças", "2 Broke Girls" entre vááárias outras séries que tem aquelas risadas de fundo em alguns momentos "engraçados", as vezes aquela sonora gargalhada a cada "OH NO" começa a ficar bem meh.
É ai que entra o humor inteligente de Raising Hope, um humor em que você é agraciado com piadas naturais, fluídas e as vezes tão bem feitas que você vai estar andando um dia depois de assistir o episódio e entender a referência.
Também conhecida como Barbara June "Maw Maw" Thompson, essa é uma das pérolas da série. Como toda série que se preze tem sua cota de personagens malucos, Maw Maw (leia-se mó mó), é a querida vóvó de Virgina Chance, que apesar de ter alguns problemas de memória, completa essa família de um jeito unicamente especial!
“Um de vocês pode me ajudar a tirar a bateria dessa boneca?”
Obs: tá achando que ela não passa de uma velha caduca? Cloris Leachman é a atriz com mais prêmios do Primetime Emmy Award (o Oscar da televisão) de TODOS OS TEMPOS! Ela possui um total de 8 estatuetas na sua casa!
Agora é sério gente, estamos em 2015. A média de séries novas por ano é de o quê? 20? No meio de tantas séries assim, é difícil achar uma que realmente vale investir tempo para acompanhar. Mais ainda uma que tenha uma história envolvente em que cada episódio seja uma aventura completa por si só. É claro que acompanhar todos os episódios é algo fundamental caso você queira ter uma noção melhor do universo todo, mas algo que eu acho muito legal sobre Raising Hope, é que você pode pegar um episódio lá do meio da terceira temporada e ainda assim dar boas risadas, pois a história de cada episódio é muito bem feita.
Se fosse o Frank que estivesse escrevendo esse 5 contra 1, ele seria algo bem curto, mais ou menos assim:
A não ser que você seja do tipo lobo solitário, família é algo que todos temos um carinho especial. Em Raising Hope é possível notar o carinho que os membros tem entre si, mesmo eles se zoando, brigando várias vezes. Apesar desse ser o motivo mais gaynhom da lista, no final o objetivo da série sempre foi passar a melhor maneira de criar esperança. E spoilers aside: eles conseguiram.
Se você gosta de séries em que os personagens se desenvolvam mais, amadureçam ou sofram de câncer e sua personalidade mude completamente, essa NÃO é a série pra você. De certo modo, Raising Hope fica com a premissa inicial de manter os personagens de certo modo estáticos no que se diz à sua personalidade. Nada que deixe a série menos engraçada, mas é definitivamente um ponto a se pensar se você é desse nível de exigência!
Bom galera, espero que vocês tenham gostado do post tanto quanto eu gostei de escrevê-lo. Foi muito legal pensar nos motivos para assistir, e me lembrou por que eu AMO tanto essa série. Se vocês tiverem qualquer dúvida, dica ou sugestão, manda um comentário aqui embaixo ou uma mensagem em qualquer rede social nossa que respondemos com maior prazer. Por hoje é só pessoal!